Empreendedorismo social: por uma economia com propósito

07 de novembro de 2016

Modelo de negócio que possibilita transformação social se estabelece como oportunidade para quem deseja empreender no país.

Transformar boas ideias em ações que ajudem a melhorar o mundo em que vivemos. Essa é a essência do empreendedorismo social, termo criado pelo americano Bill Drayton, que em 1980 fundou a Ashoka,  uma organização mundial, sem fins lucrativos, pioneira no campo da inovação social, trabalho e apoio aos empreendedores sociais.

Um tema que, se antes era apenas uma tendência, hoje já é uma realidade na vida de muitas pessoas no Brasil, tornando-se um modelo democrático, inclusivo e colaborativo, que oferece ao jovem a chance de ter um negócio e de encontrar um trabalho que gere valor para si próprio, e principalmente, para a comunidade em que vive.

Prova disso é que, segundo pesquisa da Universidade de St. Gallen, da Suíça, que conta com um escritório para pesquisa e intercâmbio no país, entre 2014 e 2015, cerca de 20 fundos do Brasil levantaram mais de 100 milhões de dólares em investimentos em iniciativas de impacto social. Esse valor é quase metade de tudo que foi investido neste segmento nos últimos 10 anos.

Para que o projeto aconteça e saia do plano das ideias é necessário muito empenho, dedicação e estudo. Desenvolver as melhores competências, utilizando o potencial criativo desta nova geração de jovens é um dos primeiros passos que deve ser colocado em prática.

Fazer uso da tecnologia como meio de colaborar para a realização dos projetos é outro fator primordial. A internet multiplicou as possibilidades e é atualmente uma importante ferramenta de trabalho, além de sinônimo de novos negócios. E são justamente as pessoas mais novas que sabem muito bem como aproveitar este potencial. Segundo a pesquisa Juventude Conectada, 60% dos jovens entrevistados utilizam a internet para viabilizar uma ideia empreendedora.

Além de todas essas ações, é necessário também fortalecer o ambiente de negócios, num trabalho conjunto do setor público, de organizações privadas, incubadoras, aceleradoras, universidades e instituições.

A Fundação Telefônica Vivo faz parte do time que acredita no poder do empreendedorismo social como instrumento de mudança. Estimular esta prática e repensar o papel de cada um neste contexto é uma das únicas formas de responder aos desafios e problemas de nossa sociedade, em prol de um mundo mais sustentável, consciente e humano.



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